domingo, 19 de dezembro de 2010

Vocês são como irmãos pra mim, mas fui eu que escolhi!



Olá pessoas, poltergeists, fantasmas e animais que acessam o blog. Minha viagem para Maringá não deu certo porque a anta aqui confundiu as datas do vestibular e acabou perdendo ele, mas fazer o que, né? Pelo menos eu vi isso antes de chegar na cidade, não quero imaginar se eu tivesse visto lá. Enfim, graças a esse infortúnio do destino, trago à vocês mais um post sobre esse período em que vivemos, a tão sofrida e adorada adolescência.

"Então, to pensando em fazer uma festinha lá na praia,
mas só pros mais chegados, nada muito grande"
Amizade. Todo mundo tem amigos, sejam eles reais, virtuais, imaginários ou inanimados, não há ninguém que não tenha ao menos amizades de fachada, aquele pessoal que se conversa no colégio e as vezes marca alguma coisa, mesmo sem ter muita intimidade. Amigos existem de todos os tipos, aqueles para desabafar, aqueles para se divertir, aqueles que se bate um bom papo sobre um assunto em comum, até mesmo aqueles amigos que parece que tudo o que vocês fazem é brigar e nem se lembram o porquê de serem amigos, apenas são.


Muitas vezes amizades nos trazem momentos inesquecíveis de diversão. Uma festa que foi todo mundo junto, uma viagem de formatura ou de férias, um dia em que alguém do grupo fez algo muito idiota e todos riram como se fosse a coisa mais engraçada do mundo por semanas. Todo grupo de amigos tem histórias das coisas que fizeram, mesmo que não pareçam grandiosas para os outros, pra eles é importante. Aquele trabalho em que o responsável não levou o cartaz, os membros tiveram que improvisar algo na hora e mesmo assim tiraram nota máxima. Uma vez em que saíram tontos de uma festa e se perderam no caminho do ponto de táxi, ou quando tentaram pegar um atalho e acabaram se perdendo. Coisas assim, simples, mas que sempre ajudam a reforçar a amizade e querer cada vez mais passar um tempo juntos.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Não é cheiro de vinho, mãe. Juro que só tomei suco de uva...

Álcool, o néctar divino, a dádiva dos deuses para a humanidade. A água dos poetas, o mais doce dos venenos. Tudo muito bonito, bacana e legal. Okey, legal caso você seja maior de 18 anos, no nosso caso isso não é legal e é exatamente sobre isso o tema do post de hoje =D

"Então manolis, me vê um pouco de cada
  num galão de 20 litros, fazendo o favor"
Festinhas e bebida é como política e corrupção, apesar de existir algumas sem, a idéia é uma associada a outra e as festas de adolescentes não é diferente. Cerveja, vinho, vodka, tequila... Tudo que não é bom para o seu fígado está por lá, porém não quer dizer que você tenha de consumir. O primeiro erro dos adolescentes de hoje em dia (e pelo que eu escuto de meus pais e meus tios, de antigamente também) é beber por causa de amigos. Antes de tudo, que raio de amigo fica forçando a barra pra você beber se você não quer fazer isso? Reveja seus conceitos de amizade ou faça eles reverem os deles, se não quiser beber, não beba, não há necessidade disso. Sem contar que se você tem na sua cabeça que beber não é bom e não compensa, não vá pela cabeça de outros e comece a "beber socialmente". Isso é uma puta babaquice.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A falta de uma causa

Bem, fiquei um bom tempo sem atualizar o blog, nem sei se alguém acessa ele ainda, mas se tiver, espero que goste dessa postagem. Tive preguiça problemas para postar material novo aqui, porém hoje me deu uma súbita vontade de escrever um textinho, portanto não estranhem a temática ser um pouco mais séria do que os outros, pois não pretendo ficar postando assuntos assim com frequência, porém as vezes irei trazer aqui temas um pouco mais "reflexivos" xD

"Pelas ruas marchando, indecisos cordões, ainda fazem
da flor seu mais forte refrão e acreditam nas flores vencendo o canhão"
Antigamente a idéia que se tinha da adolescência era a de "rebeldes sem causa", "crianças querendo agir como adultos", "baderneiros" e coisas do gênero, porém os adolescentes de antigamente tentavam transmitir uma mensagem: "Nós iremos fazer a diferença", e essa mensagem era o que resultava nessas alcunhas, ao contrário do que ocorre hoje em dia, que para ser diferente se faz o mesmo que todos os seus amigos ou o que tal pessoa diz ser "demonstrar atitude".